quarta-feira, 11 de junho de 2008

Something to talk about

Hoje meu coração quase parou. Não sei se é essa véspera ao Dia dos Namorados ou outra coisa, mas o clima é bastante agradável. Sabe, está se aproximando um dia bastante confortável pra todos. Bem, pelo menos pra quem tem namorada, que vai ganhar presente, beijo, abraço, carinho, amor, encontro, filme sentado no sofá. Bem não ter namorada também tem suas tragédias. Portanto solteiros que possuem algum desejo ardente de dividir a data com alguém... Não pensem no amanhã!

Sim, eu sei o quão dramático parece, mas depois de tantos mêses ouvindo tanto sobre coisas felizes e ursinhos saltitantes e me vejo na hora de falar um pouco sobre a tristeza daqueles que desejam não ser apenas um. Tudo bem, me incluam no grupo e vamos descobrir o por quê disso tudo. Se você quer motivos, posso te contar uma história engraçada. Engraçada pra você, mas que pode te trazer sentido do por quê disso tudo. Eu sinto falta do que eu não tenho, porque se tivesse não sentiria, quando tiver, talvez venha a não querer tanto quanto antes, mas quem liga? Eu realmente quero é dividir, compartilhar e ser feliz.
Quatro anos atrás eu decidi cometer suicídio e assistir um filme no dia dos namorados no cinema sozinho. Eu não sabia da data então só descobri quando olhei pros lados e pro cinema abarrotado de casais. Digo que foi triste, porque eu sempre quis dividir a data com alguém. Sim riam, o pobre coitado enfiado no fundo da poltrona porque não encontrou alguém que valesse a pena. E eis a história. Sim eu tenho noção de que esse texto possa ser o mais criticado, mas o blog é meu e eu vivo de conciência limpa. No fim você não consegue viver sozinho, talvez minta pra si mesmo, mas no fundo há uma vontade de segurar uma mão sabe.

Pra dizer a verdade, eu gostaria disso, mas tudo ao seu tempo, sem premeditações, somente as cordas, roupas pretas, tubalações e um grupo no helicóptero. Aqui vai um conselho, não leiam o post de amanhã se quiserem escutar os meus delírios apaixonados sobre o mundo de quem não comemora o dia dos namorados. Porque eu rulo e mato a pau quando trata-se de ser chato. Portanto, torça pelos dias felizes!

Bah tu ganhou no Fifa!

domingo, 8 de junho de 2008

Idéias doidas

O que você vai ler a diante não possui nexo. Possui tempo, falta de tempo, nada de inspiração. Então porque raios continua lendo? Acho que ainda assim lê porque insiste que eu desvendarei alguma coisa que te faça entender-me melhor. Talvez pelo fato de que você possa dizer, eu já li todos os seus textos, e o compreendo. Não, eu só insisto em fazer de alguém, de mim, de nós. Algo que não seja desprezível como o lixo que circunda muitas latas.

Oh não, ele pirou, começou a entristecer, deve ser o dia dos namordos com certeza. Aquela falta do sentimento que nunca mais voltou, Não, não se preocupe, você vai perder tempo mesmo. Afinal ninguém escreve coisas boas correndo. Talvez o Milk Sheakspeare, se é que se escreve assim, escrevia alguma coisa boa, e o Einstein pensou melhor ainda sobre o mundo. Existem crenças, ah sim existem. Os africanos pensam que podem ressucitar as pessoas enterradas com a poção do morto-vivo e tal. E tem também eu que penso que posso mudar o mundo se eu lutar de verdade. Tem as pessoas que me criticam por ser o que sou, sim existe de tudo.
Tem aqueles que me amam, e sim, tem bastante gente. Não sou nerd. Mas a verdade é que eu já disse mil vezes, não vale a pena viver sem sentir-se parte de algo, sabe, um grupo, um sentimento, uma família. É bom faz bem. E coitado de quem disser que não. Eu sinto como se o mundo fosse dar uma reviravolta, entenda isso por sábado conversaremos e eu vou acabar descobrindo pela madrugada. Só quero tirar as idéias doidas da cabeça e descansar em paz.

Não, não é morrer, é tirar as pessoas que não me pertencem mesmo da cabeça, sentar em meu cobertor e sentir um bom calor sem medo do cobertor dizer que não pode me ceder mais nada. O que eu quero dizer é que é muito melhor pensar antes de agir, do que agir sem saber o que dizer na frente de cem pessoas que te olham arregalados. Pressione seus conhecimentos e descruba-se.

Ele não procura aparência, ele procura coração!

sábado, 7 de junho de 2008

Abraço de família

Realmente estava bom, mesmo que muita coisa tenha saído conforme o esperado, parece hoje em dia que pra ser um grande e real programa tudo precisa de uma ação a mais. Tem pessoas nos estados unidos que chegam a pagar pessoas pra agitarem a festa. Em outros lugares é só convidar alguém que goste de fazer a situação ficar caliente. Enfim, não é o caso. O café foi realmente tudo que disseram que seria.

Tudo começou com a galera fazendo a festa. Digo, tinham algumas senhoras que encheram o prato, não sei como conseguiam carregar, coisa de louco, estavam quase escondidas atrás dos bolos, mas vai saber, é capaz de estarem levando pra família. Bem, eu sei que tinha de tudo e mais um pouco. Quitute, que eu já não comia há muito tempo mesmo. Tinha aquele bolo que a esposa do nosso batera faz, mas bem, cortaram o coitado do bolo em mil e quinhentos pedaços pra todo mundo provar a delícia, e por fim não dava pra sentir o gosto.
Foi bom poder dar umas risadas, sentir aquele gosto de inverno, aquela união do pessoal sabe, eu gostei, de verdade. Me senti mais família, todo mundo na mesma mesa, tomando aquele chocolate quente da garrafa térmica. Eu lembrei do quão bom era sentir aquele abraço família, colocar as conversas em dia com o Luciano e do como vai a vida. Lembro que a gente fez um dueto depois, e saiu um som bem limpo. E no mais, foi suficientemente bom pra mim lembrar que o rango tava uma beleza.

Daí o pessoal decidiu que não queria ir pro monte e os sem carro não puderam fazer nada. Então eu refiz a carteira de identidade entrei no cfc e comecei a carteira, em uma semana no máximo começam as aulas, e com certeza eu vou fazer na parte da manhã. O bom de tudo é que o café, sim o assunto do meu texto foi bom, e vocês já sabem. Mas semana que vem eu mudo o que não deu nessa semana, espero que dê bons frutos. Assim espero!

Bah, e isso me arrebenta, mas eu não falo nada, eu fico na minha!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Membros desaparecidos

Não demorou muito pra que eu fosse conversar com o Henn, na verdade demorou mais. Ele vinha caminhando lentamente como se quisesse encher a paciência enquanto eu esperava-o com o Farias e o Franzman. Naquela noite, a Lan House não ficaria aberta a noite toda, e mesmo assim, dois de nós jogariam fifa. Pelo motivo do estabelecimento estar lotado, deixamos o lugar até que então surgiu a idéia de jogarmos boliche.

Chegando ao boliche, assim digamos, eu decidi que queria chegar no fliperama. Me separei do grupo, joguei uma partida de Pump It Up e logo voltei. Encontrei o Franzmann que vinha me avisar que o jogo já havia começado. Quando cheguei lá os nomes já estão no aumentativo, exceto pelo tão clássico Panda. Situação que sempre costuma acontecer. Jogamos as primeiras bolas, mas não fizemos ponto algum, ninguém tinha praticidade com o jogo. Lajeado de certa forma te proporciona isso.
O shopping fica longe, só um boliche na cidade, bem causa essa encomodação em ser bastante preciso. Jogamos e perdemos dois jogos seguidos. Sim, perdemos se é o que quer saber. Afinal o Franzmann e o Farias decidiram fazer muitos strikes no fim. Fomos jogar sinuca então, ficamos lá muito tempo escutando aquele som chato, chato e chato. Credo perdemos a noção do tempo, e quando me dei por conta já estávamos sentados na estação de ônibus apostando em qual velocidade os carros passariam na fiscalização eletrônica.

É, sextas feiras a noite realmente dão o que falar, causam certa descrença para aqueles que ficam em casa, ou como eu, vão para o centro conversar. Digo-lhe que subir a Júlio de Castilhos a noite inteira pode te deixar muito cansado no dia seguinte. E no mais sempre é bom sair com os amigos, deixar os problemas de lado por alguns segundos e pensar apenas na diversão, nas piadas, e no rango. Ah sim, o rango.

Henn, Henn, How you doin remix!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Shut up, I really need you to talk!

Hoje finalmente eu encontrei uma melodia que se encaixa-se. Que fosse possível ajustar-se aos meus pensamentos e ao meu modo de vida. Graças a Deus a vida continua, sim um dia após o outro. Rotina que eu desprezaria em muitas épocas da minha vida. Tudo bem, para tudo existe um propósito e o desde texto é apenas contar como mais um número em uma agenda que me cobra quando não completo as tarefas. Portanto, o que eu realmente sei é que as coisas estão meio que saindo fora do controle, nada anormal.

Se você pensa que é vivo, pense duas vezes, pra mim vivo é quem faz algo da sua vida. E vai um conselho para aqueles que querem mudar o mundo. Escove seus dentes e pare de olhar para a janela do vizinho, afinal você já tem problemas demais para comentar os novos. O que eu quero dizer é que tenho ouvido cada tipo de fofoca absurda ao ponto de deixar os cabelos em pé. Ah sim, eu tenho boas novidades, pessoas que eu nem imaginam hoje em dia tornaram-se exemplos. Eu ainda espero ansiosamente que algo aconteça no final de semana, principalmente no sábado.
Sim, sábado nós já temos um compromisso bem legal no monte. E com certeza eu espero que todos estejam lá. Me preocupo ultimamente com o que fazer da vida. E se realmente este é o caminho que quero seguir. Tudo está bem, eu ainda digo mais algumas vezes pra mim. Tenho que deixar de ser otimista por uns tempos. Verei melhor as perspectivas daqui. Enfim o que eu quero dizer com tudo isso é que a minha maior preocupação no momento é o que vai acontecer sábado. Tomara que a turma, e assim digo por todos estejam bem e prontos. Eu realmente preciso de alguém pra conversar.

Conversa é essencial pra mim. Ficar em silêncio e só ver as mesmas caras por uma semana inteira tendo conversas corriqueiras e sem conteúdo me levam a tristeza, a última conversa que tive com a minha mãe que valeu a pena foi no domingo. Isso são quatro dias sem assunto interessante. Sim, eu ando emocionalmente abalado. Mas de certa forma firma, não pense que não. Eu só quero alguém do meu lado.
Oh man! O dia dos namorados está chegando!

Tu me acompanha sábado?

terça-feira, 3 de junho de 2008

How sweet the sound

Sabe, fechar os olhos um pouco antes de dormir, e pensar na vida inteira. Nos teus planos. Sabe eu tenho feito isso, eu tenho me arrependido de atitudes que não tomei. Me sinto muitas vezes triste pelo que acontece ao redor. Pelas minhas falhas. É triste ser aquilo que você não quer ser. Agradar a todo não é fácil. Ser amigo de quem você não conhece é difícil. Em suma, uma verdadeira confusão de idéias.

Agora mesmo chove lá fora, eu sentado no quarto numa decisão de ficar triste. De repente daqui em diante eu decida mudar radicalmente, pinte o cabelo de verde de uma vez por todaas. Prove pra meio mundo que não há problema nenhum. Eu não sei nem ao menos o que eu vou ser, quando eu deixar de lado os planos atuais. Às vezes eu penso, será mesmo que as coisas estã pra ser assim. Eu preciso de apoio e nem sei onde encontrar. Talvez no meu grupo. Alguns poucos. Sim são grandes parcerias. Mas o que eu quero dizer é que em certos assuntos ninguém te entende.
Em grande parte do problema, quando você fica triste como eu agora, não tem saída a não ser o tempo. É algo que invade e com o tempo te leva a pensar que nada mais vale a pena. Mesmo com tantas coisas a frente. Sabe, eu não consigo sentir mais os sentimentos antigos. Nem mais ser visto como antigamente. Eu quero abrir meu coração pra alguém que me ame o bastante pra não fazer conto de mim. Pra me entender quando eu precisar.

Eu quero ouvir aquelas palavras de conforto, aquele som tão doce que me faz esquecer dos problemas, mas eu não ouço. Eu me sinto só. Eu imagino que nada mais aqui é som. Nada é som. Nada é audível, e nada mais pode alcançar aquilo que ficou no passado. Eu só quero voltar ao que eu tinha, ao que eu ouvia. A ser o que eu era, triste é ser sujo, triste é ser perdido. Bom é ser encontrado.

Was blind but now I see...

domingo, 1 de junho de 2008

Live together die alone

O mais importante em um grupo é a união. Ao passar dos anos, problemas como caminhos diferentes, idéias contrárias e decisões não aceitas por todos podem trazer separação, brigas e até mesmo a extinção do grupo. Neste caso o único sentimento que mantem uma turma de pessoas unidas em frente a qualquer tipo de problema é o amor entre o grupo. Amigos realmente possuem o direito de amar, algumas tribos apenas prezam-se, outras lutam por seus integrantes e algumas outras amam-se. Amor é um substantivo bastante indefinido quando trata-se de amizade, mas quando você está a beira da escuridão, quando precisa enfrentar os piores demônios. Sim o amor em um grupo de amigos pode ser sua única saída ileso do mal.

Quando nós estávamos próximos da entrada paramos. Havia tantas sobras sobre o local que eu mal podia me mexer, pedimos silenciosamente pra que não morressemos e quando estávamos prontos adentramos com autoridade. Pareciam gárgulas adormecidas. Seres obscuros sobre todos os montes, e um tipo de ser grande batendo com seu pé. Não demorou muito pra que com as armas empunhadas começassemos a lutar. O solo era opaco, os monter negros, enfim, tudo era escuridão. Meus olhos giravam por toda parte até encontrar aquele que corria, com duas flechas não conseguimos destruí-lo. Continuamos em formação pelo caminho até que meu coração estremeceu e o manto negro de chapéu veio em nossa direção como se precisasse nos atacar. Rapidamente parei o grupo e mandei que a lança o destruísse. Antes de subirmos o monte ainda haviam muitos escondidos no milharal, secos, com seus ossos e músculos. Tivemos que parar e se não fossem pelas mãos. Com certeza não passaríamos. Chegamos enfim a subida e apareceu um gafanhoto, em carne viva, mais uma vez paramos, e sem um pouco a mais de graça não haveria subida.
Quando todos nos aproximamos em círculo em cima da montanha, os montes mexeram, a escuridão tomou forma, sim, estávamos no meio do coliseu. O medo tomou conta, por tão poucos segundos que não se pode nem contar. Um anel nos cercava e houve três luzes ali. Aquele que mexia árvores, Aquele da morte, e os voadores também foram consumidos. As pedras foram jogadas, e delas saiam fogo. Como bombas. Até ali, ainda calmos, avistávamos e acertávamos. Foi então que descidiram se calar, e a caçada tornou-se difícil, mas completamo-a com grande alegria. As estrelas brilhavam como gotas naquela madrugada escura sem lua. Luzes apareceram, mas não vimos nada, nem ao menos o grito na bergamoteira. Vencemos e isso me deixava feliz, mas de certa forma eu sei que não acabou, parece que vem mais por aí, dizia-se que quando escurecia, tramavam contra nós. Parece que aconteceu. Um escudo a mais no grupo, um machado a menos. Mesmo assim, vitória. Veremos quais são os planos, um dia veremos.

Enfim, completamos o que precisava ser feito. Satisfeitos, felizes e dorminhocos voltamos pra casa. Deixamos o medo de lado e agora não tememos aberrações. Ah sim, a vida é bela. Tudo que tenho a dizer. E por favor não critiquem o blog, tomem suas opiniões para si próprios caso lerem. Não preciso de meio mundo divagando sobre as minhas histórias aqui, afinal, a vida já é complicada demais sem seus pensamentos. Quanto ao grupo, só o amor pode uní-lo quando a morte está a sua frente. Somente a união vai romper barreiras. Meu maior pensamento é saber que não estou sozinho. Tenho amigos.

Pode vir, porque eu vou acabar rápido contigo, você pensou que tinha conseguido quando levou ele, mas se enganou!