sexta-feira, 7 de novembro de 2008

All of a sudden I miss everyone

Então eu me dei conta de que o tempo estava passando mais uma vez. E tem acontecido com frequência. Eu não tenho notado com o tempo passa rápido. Ontem eram seis anos atrás, e hoje, simplesmente o presente. Eu começo a me preocupar, com o que eu tenho feito, com o que eu vou fazer, e se tenho algum plano guardado. Não sou o tipo que pode dizer que gosta de improvisar, e levando em conta a história de vida, acho que ninguém gostaria. Todo mundo está crescendo, sem exceções. Todos estão seguindo seus caminhos, e a cada dia, isso tem se tornado maior. É hora de pensar no meu.

Ali na frente de todas aquelas pessoas, um bebê estava sendo apresentado. Erguido nas mãos de um pastor. Várias pessoas, na verdade muitas olhando, e muitas testemunhas agrupadas em casais. De repente o bebê é entregue ao pai que passa pelas pessoas mostrando o filho. Com um sorriso no rosto, com aquela expressão tão paterna, com aqueles olhos cheios de amor. E naquele instando houve um clique. Um turbilhão de memórias. Era meu amigo. Ele tem um filho, ele virou pai. Cresceu, é adulto. A vida passa rápido demais.
Parece que foi ontem que colocávamos oito pessoas em um carro enquanto alguém com a carteira provisória, dirigia de encontro a outra cidade. Parece que foi ontem que às três da manhã oito pessoas comiam cachorro quente dentro de uma barbearia por falta de lanchonetes abertas. Tudo parece tão cedo, tão de repente. Tão tarde. Eu nem me dei conta de que envelhecíamos, de que 'adultávamos', de que amadurecíamos. Acho que nunca vou.

Daquele clique eu voltei, meu amigo é um adulto, pai, marido. Eu, eu sou alguém em algum caminho. Traçando hoje uma meta apenas. Ser alguém que valha a pena, e que não desista. Sei que tomei decisões difíceis nos últimos mêses e que talvez eu nunca receba perdão. Eu sei o que sinto, e como ajo com as pessoas. Existem sacríficios quando você quer algo de verdade. Hora de amadurecer, plantar, trabalhar e se tornar alguém. Alguém com um cajado na mão, cajado que cega. Cajado que bate. Cajado, que nunca cairá.

Então, é hora de se preparar, não sozinho, mas em grupo! Acho que isso não é o fim, apenas o começo de uma guerra, precisamos ensinar pessoas a lutar!

Um comentário:

Leticia Dutra disse...

Nós ensinamos os mais novos que acabaram de entrar nessa "guerra" que é a nossa vida, e os mais velhos com toda sua experiencia nos ensinam!
Nossa vida é cheia de etapas.. Nossa guerra de sobrevivencia é tb cheia de etapas!
As vezes nós nem nos damos conta. Mais a cada dia nós vencemos uma batalha!
Até pelo fato de no outro dia nós abrirmos os olhos de manha, já é uma batalha vencida!

Pois é Davi, a cada dia que passa, o tempo passa mais depressa.. E nós temos que acompanha-lo, seguir o seu ritimo! As vezes confesso sim que é dificil, temos decisões a tomar, caminhos a escolher.. Mais temos que seguir em frente sempre, passando por todas as dificuldades com a cabeça erguida!
Um dia chegaremos no final desse guerra!
E tomara que quando chegar essa hora, agt diga "Valeu a pena"
:)